29 Novembro 2009

Plágio: o que Fazer Contra essa Praga

Cópia Você já teve algum dos artigos de seu blog copiados sem sua permissão? Se a sua for resposta for “sim”, você conhece bem o sentimento que se tem ao perceber isso. Se a resposta for “não”, eu insisto: você tem certeza disso? É muito provável que você já tenha sido copiado e nem se dê conta disso. A intenção deste artigo é mostrar as ferramentas existentes para ajudá-lo a detectar plágio e o que você pode fazer para minimizar o impacto dessa prática.

 

Por que escrever sobre plágio agora?

Esta semana, tive a desagradável surpresa de encontrar diversas cópias de artigos do Gerenciando Blog pela internet. É um sentimento estranho. Por um lado, vem o desagrado de ver algo em que trabalhei por horas sendo divulgado sem meu consentimento – ou sequer conhecimento – em outro site. Meu mais recente artigo Por que os Blogs Morrem?, já foi copiado, inclusive com a enquete que faz parte dele. Por outro lado, vem uma pontinha de satisfação por ver que fiz algo tão bem feito que está até sendo copiado. Mas, o primeiro sentimento prevalece.

Fato semelhante me foi relatado pela Sandra, do site Presentes de Natal: no artigo Nosso blog saiu do índice do Google, ela cita como o artigo dela foi copiado e o prejuízo que ela teve com a cópia.

 

Níveis de plágio e suas conseqüências

Existem os aspectos legais do plágio, mas vão vou entrar em detalhes sobre o assunto aqui. Para quem quiser se aprofundar nisso, cito novamente os artigos da série Propriedade Intelectual e Internet. Direito Aplicável, que o Marcos Gonçalves escreveu em seu ótimo blog JusLaboral.net.

Outro artigo muito interessante sobre o assunto é este: Cópias na Internet: Nem Tudo é Plágio, escrito pela Nospheratt ainda em 2008. Lá, ela esclarece bem que nem tudo o que chamamos de plágio merece esse nome.

Para este artigo, estou englobando como “plágio” todas as formas de cópia de conteúdo sem o conhecimento e autorização do autor original. Em minha visão, há níveis diferentes em que isso pode ser feito e suas conseqüências para o autor do artigo original.

1. Cópia de pequena parte do artigo, com citação da fonte: Este é o caso mais ameno e, até certo ponto, benéfico para o autor. É copiado apenas um trecho do artigo – normalmente o início – seguido pelo link do conteúdo original para que a pessoa leia mais sobre o assunto. É similar ao que acontece nos agregadores de notícias e redes sociais. Digo que isso é bom porque o blog original receberá as visitas vindas daquele site. Além disso, é um link adicional para o seu artigo, o que é benéfico para fins de otimização.

2. Cópia do artigo todo, com citação da fonte: Este é o caso intermediário. Há prós e contras. Os prós são os mesmos citados acima: você ganha um link e quem lê o artigo copiado pode se interessar e visitar o seu blog. Mas, este segundo efeito é minimizado, porque a pessoa já leu o artigo completo na cópia.
O pior vem em termos das ferramentas de busca: o Google detesta textos duplicados. Quando alguém faz uma busca que levaria a uma dessas páginas, ele normalmente mostra a mensagem “Para mostrar os resultados mais relevantes, omitimos algumas entradas bastante semelhantes”. O usuário só conseguirá ver todos os resultados se clicar num link abaixo da mensagem. O problema é que o Google não é inteligente o bastante para sempre acertar qual é o artigo original. Então, pode acontecer do seu artigo não ser mostrado na busca. A conseqüência disso é a queda de suas visitas vindas do Google. Em casos extremos, você pode até ser penalizado e removido temporária ou permanentemente dos índices do Google, o que é gravíssimo para seu trabalho.

3. Cópia do artigo todo, sem citação da fonte: Este é o pior caso de todos. Seu artigo é copiado em sua totalidade e seu nome ou o do seu blog não são citados. Quem lê a cópia, é levado a acreditar que o plagiador é o autor do artigo, e não você. E você não tem benefício algum nesse caso, além de sofrer as graves conseqüências do texto duplicado, citado acima.

Um caso à parte são as citações para outros artigos. Isso é o que fiz acima com os artigos do Marcos e da Nospheratt: trata-se apenas de um link para o artigo, sem copiar o conteúdo deles. Isso é benéfico para todos: você indica ao seu leitor onde se aprofundar sobre o assunto e o blog original recebe mais visitas.

 

Como saber se meus artigos foram copiados?

Como eu disse no início deste artigo, você pode ter cópias de seus artigos pela internet e nem sabe disso. Há algumas formas de descobrir isso:

1. Google – Esta é a forma mais simples para saber se um artigo seu foi copiado. Busque no Google uma frase de seu artigo, preferencialmente entre aspas duplas. Se houver uma cópia dele, o Google mostrará o resultado para você. Como eu disse acima, preste atenção para a frase de resultados omitidos no final dos resultados. Clique no link para visualizar todos os artigos.

2. Google Alerts – No artigo Saiba antes com o Google Alerts, mostrei como utilizar essa ferramenta para monitorar cópias de seus artigos. A vantagem é que você receberá um alerta assim que o Google encontrar a cópia. Este é meu mecanismo favorito.

3. Copyscape – Este é um serviço especializado para a busca de artigos copiados. Basta acessar http://www.copyscape.com e digitar o endereço de seu blog. Na versão gratuita, a ferramenta mostrará apenas 10 resultados. Se quiser o resultado completo, precisa pagar uma pequena taxa. O site também oferece o serviço pago Copysentry, que funciona de forma similar ao Google Alerts, monitorando novas cópias.

4. FairShare – Trata-se de um serviço gratuito que também monitora a web e envia um alerta a você quando uma cópia é descoberta. Basta acessar o site https://fairshare.attributor.com/fairshare e preencher o endereço do feed de seus artigos. A ferramenta criará um feed com os alertas de cópia. Venho utilizando esta ferramenta já há algum tempo, mas muitas cópias não são detectadas.

 

O que posso fazer se fui vítima de cópia?

A ação que você tomará depende muito de sua intenção e da gravidade da cópia. Você pode simplesmente relevar a situação se entender que você está sendo beneficiado com fluxo de visitantes vindos da cópia. Eu mesmo já vivi essa situação e ignorei o caso.

Mas, normalmente, eu entro em contato com o autor, seja por e-mail, formulário de contato ou comentário no próprio artigo copiado, informando trata-se de cópia e citando o link para o artigo original. Com isso, a pessoa terá ao menos ciência de que você sabe o que ela está fazendo e pensará melhor antes de repetir a cópia. Dá também a ela a chance de se redimir do erro.

Agora, se você se sentiu prejudicado por isso, há medidas que podem ser tomadas:

  • Contate o autor e solicite que seja citada a fonte ou que o conteúdo seja removido.
  • Se ele não responder, contate o provedor de serviço onde o conteúdo está hospedado, informando o problema.
  • Se você já foi prejudicado nos resultados do Google, entre com um pedido de reconsideração, explicando a situação. Isso é feito na Área para Webmasters, em https://www.google.com/webmasters/tools/reconsideration.
  • Caso seu conteúdo tenha sido copiado em um blog do Blogger, há um formulário on-line para a denúncia (dica do Usuário Compulsivo).
  • Caso o site que fez a cópia utilize algum serviço de publicação de anúncios, como o AdSense, Buscapé, Submarino ou outros, você pode informar isso ao programa que ele utiliza.

 

O que posso fazer para evitar a cópia?

Há algumas dicas para você evitar ou minimizar a probabilidade de cópia, ou pelo menos abrandar os efeitos negativos:

  • Ao longo de seu artigo, faça citações do nome de seu blog. Caso seu artigo seja copiado na íntegra, o nome de seu blog irá no texto. Normalmente, o plagiador copia seu texto sem nem sequer lê-lo por completo.
  • Coloque sempre em seu texto links para outros artigos de seu blog. Da mesma forma que o item anterior, isso fará com que o leitor identifique tratar-se de um artigo copiado. Além disso, poderá trazer os visitantes da cópia para o seu blog.
  • Bloqueie o uso do botão direito e das teclas CTRL+C em seu blog. Isso pode ser feito com scripts como os mostrados em http://inwebblog.blogspot.com/2009/02/como-bloquear-o-botao-direito-de-mouse.html e http://www.icebreaker.com.br/2009/05/bloqueando-o-atalho-ctrlc-no-seu-blog.html. Particularmente, não uso isso porque parte do conteúdo do Gerenciando Blog é feita justamente para ser copiada e utilizada nos blogs.

Percebam que comecei este item dizendo que as dicas acima minimizam a cópia, mas não a evitam. Isso porque é impossível conseguir que seu conteúdo esteja 100% protegido contra cópias. Mas, elas dificultarão a cópia ou facilitarão a detecção da ocorrência.

 

E se eu quiser copiar o conteúdo de um artigo?

É possível que você esteja do outro lado da história. Ou seja: que você já tenha copiado ou tenha intenção de copiar o artigo de outro blog. Neste caso, a dica é simples: entre em contato com o autor e solicite sua autorização. Se ele autorizar, sempre cite a fonte e crie um link para o local original onde está o artigo. Se ele não autorizar, não publique. Simples assim. Você deve ter percebido que há implicações legais sérias nessa prática.

 

Conclusão

O plágio e a cópia não autorizada incomodam a todos que dedicam seu tempo para produzir conteúdo original. Mas, um ponto é claro: por mais esforço que você faça, não estará imune a esse problema. Então, cabe a você pesar o custo/benefício da questão. Ou seja: quanto tempo e preocupação você dispenderá com este problema? Há casos, claro, em que a situação é grave e exige medidas severas. Há outros que podem ser relevados. A decisão é sua.

Para terminar, cito mais um artigo da Nospheratt para quem deseja se aprofundar no assunto: Plágio e Direitos Autorais na Internet – Prevenção e Combate – Guia Completo.

 

E você, quais são as suas experiências com este tema tão incômodo? Deixe seu relato nos comentários!

15 Novembro 2009

Criando um Índice para seu Blog

Indice Um dos itens mais importantes para um blog é sua organização: pouco adianta você ter ótimos artigos se seu visitante não consegue encontrá-los. Neste artigo, mostrarei um recurso simples e que pode auxiliar nessa tarefa: o índice dos artigos do seu blog. Este artigo é fruto de uma troca de idéias que surgiu a partir de uma questão colocada pelo Marcos Fernandes Gonçalves, autor do Juslaboral.net, ótimo blog sobre direito do trabalho na internet. Para quem não o conhece, sugiro a leitura da série de artigos iniciada em Propriedade Intelectual e Internet. Direito Aplicável – I.

 

Por que criar um índice?

Existem algumas formas de mostrar artigos pelos quais seus visitantes possam se interessar. Algumas que já mostrei aqui:

  • Artigos mais populares: Ferramentas como o PostRank ou o FEEDJIT mostram seus artigos mais populares, que provavelmente são os que mais chamam a atenção.
  • Artigos relacionados: O LinkWithin ou o FEEDJIT exibem ao seu leitor artigos relacionados ao que ele está lendo. Por associação, são artigos que também podem despertar seu interesse.
  • Ferramenta de busca: Um mecanismo de busca interno (como o disponibilizado no Google Web Elements) podem auxiliar o visitante a encontrar um artigo, caso ele saiba o que deseja.
  • Categorias: As próprias categorias do Blogger podem direcionar o visitante a encontrar outros artigos sobre o mesmo assunto.

As formas que citei acima são formas “direcionadas” para que seu visitante encontre um artigo interessante. Já um índice dos artigos de seu blog é uma ótima forma de exibir ao visitante todos os seus textos, para que ele se interesse e leia algo que talvez nem soubesse existir em seu site.

 

Criando um índice automaticamente

Uma opção é você criar seu índice de forma automática. Há alguns códigos que fazem esse trabalho. O recurso é normalmente chamado de “TOC” ou “Table of Contents”. Se você pesquisar esses termos no Google, encontrará algumas opções.

A grande vantagem desta opção é que você cria seu índice uma única vez. A partir daí, a atualização dele é feita automaticamente, sem necessidade de alteração.

A desvantagem fica na velocidade de criação do índice: quanto mais artigos você tiver, mais lento será o carregamento do seu índice. Isso ocorre porque o código precisa ler todos os seus artigos para montar o índice. Outra pequena desvantagem é que todos os seus artigos são exibidos no índice, sem possibilidade de removê-los.

O artigo mais interessante sobre o assunto encontrei no BloggerSPhera. O recurso pronto é mostrado no próprio blog, em http://www.bloggersphera.com/2008/10/mapa-do-site-blog-toc.html. Esse índice permite filtrar por categorias e visualizar o texto inicial do artigo.
Indice Bloggersphera

 

Criando um índice manualmente

A criação manual do índice foi sugestão do Marcos, do Juslaboral.net, já citado no início deste artigo. A idéia é simples e bastante funcional: criar uma página estática de índice, contendo links para todos os artigos do blog.

A maior vantagem desta opção é o tempo de carregamento do índice: como trata-se de uma página pronta, seu tempo de carregamento é muito rápido, sem necessidade de execução de scripts. Outra vantagem é que você pode escolher os artigos que você não quer que apareçam no índice (como a própria página de índice, por exemplo).

A desvantagem é bem clara: como trata-se de uma página fixa, sempre que você postar um novo artigo, precisará atualizar a página de índice.

No Gerenciando Blog, optei por este formato. Você pode ver o meu índice aqui.

Há diversas formas para criar o índice manual. Abaixo está o procedimento criado com base na sugestão dada pelo Marcos:

1. Obtenha uma lista com links de todos os seus artigos – A melhor forma que encontrei para isso foi instalando em meu template o  código “Melhorando a apresentação dos marcadores e arquivos”, publicado pela Ariane no ótimo Templates Novo Blogger. Com essa adaptação, ao clicar em um marcador de Categoria ou no Mês/Ano no Arquivo do Blog, aparecerá uma lista dos títulos com todos os artigos, e não mais o início dos artigos. Para entender melhor o que estou falando, clique aqui e você verá todos os artigos escritos no Gerenciando Blog. Assim, para obter a lista de meus artigos, clico no marcador do ano 2009 e tenho essa lista. Ela é a base para a construção do índice.

2. Crie uma planilha no Excel para montar o índice – O Excel é uma ferramenta que utilizo muito no dia a dia para gerenciar meus blog. Ainda escreverei sobre isso, mas é dele que vem hoje minha lista de parceiros, por exemplo. Mas, vamos ao índice. É muito simples: copie a lista dos artigos (obtida no item anterior) e cole-a numa nova planilha do Excel. Se desejar que algum artigo não apareça no índice, basta removê-lo da lista. Em seguida, é só ordenar os artigos em ordem alfabética, utilizando o próprio Excel (opção “Classificar”). Pronto! Seu índice está pronto. Salve esta planilha para facilitar as atualizações do índice.
Indice Excel

3. Publique o índice utilizando o Windows Live Writer – Para isso, crie um novo artigo utilizando o Windows Live Writer. Copie a lista do item anterior e cole-a no artigo que você criou. Agora, é só publicar o índice em seu blog. Após isso, crie um atalho para esse artigo em algum lugar de seu blog, como no menu superior.
Indice Live Writer

Após a publicação inicial de seu índice, será necessário atualizá-lo a cada novo artigo que você escrever em seu blog. A atualização será um pouco mais simples: basta copiar para a planilha o último artigo publicado, ordenar novamente por data e atualizar o índice no blog.

 

Conclusão

Você deve ter percebido que ambos os métodos são simples. Mesmo assim, a imensa maioria dos blogs não possui um índice, o que dificulta a localização de artigos pelo visitante.

Vale a pena avaliar os prós e contras de cada opção e criar também um índice para o seu blog.

 

E você, já tem um índice em seu blog?

14 Novembro 2009

Por que os Blogs Morrem?

lapide200 A pergunta do título deste artigo reflete uma situação comum. Você já deve ter presenciado isso em um dos dois lados da história. É muito provável que você já tenha visitado um ou mais blogs que deixaram de ser atualizados há muito tempo. Ou então, você mesmo já criou um blog e o abandonou. Resolvi escrever este artigo agora porque me deparei, nos últimos meses, com a morte anunciada em dois blogs que eu acompanhava. É o meu modo de tentar evitar que isso continue acontecendo, mostrando as causas para isso e o que pode ser feito para evitar o problema.

Além disso, este é o primeiro artigo interativo do Gerenciando Blog!

Introdução

A idéia de fazer um artigo interativo, até onde pesquisei, é inédita. Este artigo será uma experiência para o formato, para verificar se ela pode ser aplicada a outros artigos futuramente.

Ao longo deste texto, você verá algumas enquetes sobre o assunto. O objetivo é que os próprios leitores contribuam com os dados para o artigo, atualizando seu conteúdo. A participação de vocês é importante para o sucesso da idéia. Basta escolher, em cada enquete, a resposta que mais se adequa à sua situação.

Após selecionar sua alternativa, você verá o resultado da enquete até o momento. Como o resultado é dinâmico, ele deve estar diferente a cada vez que você acessar o artigo.

Você já passou por isso?

A pergunta inicial da enquete tem o objetivo de medir a realidade que expus na introdução deste artigo.

Para responder às perguntas abaixo, considere como “abandonado” um blog em que você não escreve um novo artigo há mais de 4 meses:

Abaixo, preencha o motivo principal que o levou a abandonar seu blog. Se respondeu “Não” acima, escolha a primeira opção:

Alguns números impressionantes

A “blogosfera”, como é chamado o conjunto de todos os blogs, possui números impressionantes. Não encontrei números atualizados, mas os números abaixo dão uma idéia disso:

  • Em 2006, já existiam mais de 50 milhões de blogs no mundo. Desses, 2% em língua portuguesa. (Fonte: WNews)
  • Todos os dias, centenas de milhares de novos blogs são criados. Em 2006, a Technoratti divulgou a informação de quem um blog era criado a cada meio segundo (Fonte: CNET).
  • Hoje, também segundo a Technoratti, 95% dos blogs existentes não foram atualizados nos últimos 4 meses (Fonte: FayerWayer).

Por experiência própria, constatei que raros são os blogueiros que possuem apenas 1 blog. Eu mesmo já recomendei diversas vezes aqui no Gerenciando que você tenha pelo menos um blog adicional, para realizar seus testes.

Para responder a próxima pergunta, ignore seus blogs de teste. Considere apenas os “oficiais”:

Por que criar um blog?

Para entendermos porque um blog é abandonado, temos que voltar à origem dele. Muitas vezes, o blog deixa de ser atualizado porque não conseguiu cumprir à expectativa que se tinha no momento de sua criação.

Um exemplo claro: muitos ainda acreditam que é simples ganhar dinheiro com um blog. Após algum tempo, a pessoa percebe que não é tão simples assim, o que a desmotiva e leva ao seu abandono.

Isso nos leva à outra pergunta:

Tempo de Vida

Outra constatação interessante é que a grande maioria dos abandonos de blog ocorrem logo nos primeiros meses. Além disso, é muito comum encontrar blogs que foram abandonados logo após a publicação do primeiro artigo. Por isso, se você já passou da fase crítica (os primeiros 6 meses), é provável que seu blog tenha um bom futuro pela frente.

Para a pergunta abaixo, considere o seu blog “principal”, ou seja, aquele a que você mais se dedica atualmente:

Atividades de Gerenciamento

Quem inicia um blog, talvez não perceba que, além do tempo necessário para escrever os artigos, também é necessário gastar tempo com outras atividades que chamo de “gerenciamento”. Nessa categoria, se englobam praticamente todos os assuntos que trato aqui o Gerenciando Blog. Entre essas atividades estão:

  • Divulgar seu blog em redes sociais e agregadores de notícias;
  • Ler e comentar outros blogs;
  • Responder aos comentários de seu blog;
  • Customizar ou trocar seu template;
  • Instalar gadgets;
  • Acompanhar as estatísticas de visitas;
  • Tratar os aspectos da otimização para mecanismos de busca.

A lista é imensa! Mostrei os itens acima para você entender do que estou falando. Agora, a pergunta. Na resposta, não inclua o tempo que você gasta escrevendo seus artigos, apenas com as atividades de gerenciamento.

Por que um blog morre?

Assim, chegamos ao artigo propriamente dito. As perguntas acima servem para cada um fazer uma auto-análise. É bem provável que você já saiba porque um blog morre – e, especialmente, porque seu blog morreu. A questão mais importante é saber o que fazer para evitar que ele morra.

Uma frase pode resumir todos os motivos para um blog morrer: um blog morre porque a expectativa que você tinha com ele não foi concretizada. Por exemplo:

  • Você esperava ganhar dinheiro com ele e não conseguiu;
  • Você imaginou que teria muitos visitantes e comentários e isso não aconteceu;
  • Você acreditou que sempre teria assunto para escrever, mas a fonte secou;
  • Você nunca imaginou que um blog tomasse tanto tempo.

Por isso, antes mesmo de iniciar um blog, você precisa estar consciente das responsabilidades e obrigações que você terá, caso deseje ter resultados com ele. A não ser que você tenha um blog apenas como lazer ou sem esperar retorno dele. Neste último caso, a simples existência do blog já satisfaz sua expectativa. E, acredite: não há nada e errado nisso.

Como evitar que meu blog morra?

A primeira dica é simples: antes de iniciar seu blog, tenha consciência do que você espera conseguir com ele. De acordo com sua resposta, você saberá o que deve fazer para conseguir isso. É como qualquer coisa na vida: primeiro você precisa de um objetivo, para só então planejar o que é necessário para alcançá-lo.

Abaixo estão os principais motivos para o abandono dos blogs e o que você pode fazer para evitar isso:

1. Baixo número de visitantes

Raramente um blog consegue obter um alto número de visitantes se você não faz nada para conseguir isso. Há, basicamente, duas ações necessárias para que você consiga aumentar o número de visitantes de seu blog:

- Divulgá-lo. Existem muitas formas interessantes isso. Você pode divulgá-lo em redes sociais, sites de divulgação de links, outros blogs, Messenger etc. Os artigos abaixo o ajudarão com isso:

- Otimizá-lo para ferramentas de busca. O Google e as demais ferramentas de busca costumam ser a principal fonte de visitas para um blog. Há técnicas chamadas de SEO (Search Engine Optimization) para fazer com que seu blog fique melhor posicionado nas buscas. Não são regras complicadas, mas elas exigem disciplina e dedicação. Artigos úteis:

2. Baixo número de comentários

O primeiro passo para conseguir comentários para seu blog é conseguir visitantes. Por isso, você precisa primeiro seguir as dicas do item 1.

Mesmo assim, isso não é garantia de que você conseguirá comentários. A esmagadora maioria dos visitantes lêem o seu artigo mas não o comentam. Coloque-se na situação contrária: em quantos blogs você tem comentado?

No artigo abaixo, escrevi sobre o assunto, com dicas para conseguir mais comentários:

3. Baixo ou nenhum retorno financeiro

Esta é outra grande ilusão de quem começa um blog. É claro que é possível ganhar dinheiro com blogs e há gente que ganha muito com isso, a ponto de se tornar sua principal fonte de renda. Mas, novamente, é necessária dedicação. E o primeiro ponto também é o número de visitantes. Se ninguém visitar o seu blog, você pode estar inscrito no melhor programa de afiliados que não conseguirá nenhum retorno.

Para saber mais sobre este assunto, visite o artigo abaixo:

4. Falta de tempo para mantê-lo

Outra grande causa de abandono dos blogs é esquecer-se de que é necessário aplicar tempo nele. Quanto tempo você irá dedicar, só depende de você.

Um erro neste quesito é esquecer de que o blog exige mais do que apenas escrever artigos. Você gastará tempo gerenciando seu blog. Se você quer ter sucesso, precisa reservar algumas horas de seu dia ou semana para essas atividades.

Outro erro comum no início é começar publicando diversos artigos por dia e perceber que não será possível manter esse ritmo. Então, é mais recomendável escrever com menor freqüência, de forma que você consiga sustentar esse tempo. Lembre-se: além do blog, você precisa continuar com sua vida!

5. Falta de assunto para escrever novos artigos

Esta é outra ocorrência comum: você cria um blog cheio de idéias na cabeça. Com o tempo, essas idéias se esgotam e não há mais o que escrever. Para evitar isso, há algumas dicas:

  • Quando iniciar um blog, pense bem sobre o tema dele. Escolha algo que você conheça bem, ou que goste o suficiente para pesquisar sobre o assunto e aprender coisas novas.
  • Vale também a dica do item anterior: ao invés de escrever dezenas de artigos em uma semana e esgotar suas idéias, publique esses artigos em intervalos maiores. É muito mais saudável um blog que tenha um artigo toda semana, do que um que publique 10 artigos numa única semana e depois fique sem novos artigos por meses.
  • Leia o artigo Não sabe mais sobre o que escrever? Faltou inspiração? que a Sandra escreveu no Info-Macross sobre o assunto.

6. Excesso de críticas ou comentários negativos

Este é um ponto delicado que já fez alguns blogueiros desistirem. Algo que você tem que ter consciência quando cria um blog é de que você estará exposto. Essa exposição pode lhe trazer comentários positivos ou negativos. Então, você deve estar preparado para as críticas.

Normalmente, as críticas são feitas de forma construtiva e ajudam você a melhorar o seu trabalho. Nesse caso, vale a pena avaliá-las com cuidado. Elas podem ser um alerta de que você está indo na direção errada.

No entanto, sempre há a possibilidade de você receber críticas descabidas e até mesmo insultos. Você precisa também saber como lidar com isso. Há, basicamente, duas formas para isso: ou você ativa a moderação em seu blog e nem as deixa aparecer, ou então apaga esses comentários.

Recentemente, escrevi um “guest post” no Info-Macross sobre o assunto:

Conclusão

Sei que, apesar deste artigo, blogs continuarão morrendo. Plagiando a “Teoria da Seleção Natural” de Darwin, os blogs mais adaptados ao ambiente são os que sobreviverão.

Minha intenção aqui é dar algumas dicas para diminuir a chance de que isso aconteça com você. Se você chegar ao “fundo do poço”, pense com carinho sobre a questão. Avalie se não vale a pena fazer algum esforço para evitar abandonar seu blog. Já vi até casos em que o blog foi transferido para outro autor continuar o trabalho.

Se não houver mesmo saída, é mais polido deixar um post de despedida, explicando os motivos que o levaram a paralisar seu trabalho, mesmo que temporariamente.

E você, qual sua opinião sobre o assunto? Você tem alguma dica adicional para evitar que um blog morra? Deixe seu comentário!

08 Novembro 2009

Google Analytics: o que Estão Procurando em seu Blog

Google Analytics Conforme anunciado, a Sandra Baroni foi a ganhadora da promoção do curso de Google Analytics realizado pela Impacta Tecnologia nos dias 23 e 24/10. Para quem não conhece, a Sandra mantém o ótimo blog Info Macross, onde ela escreve sobre temas importantes para todos aqueles que mantém um site ou blog, como otimização, plugins e muitos outros. Um artigo recente que ela escreveu e recomendo é o Você sabe escrever?, onde destaca a importância do uso do português correto em nossos blogs.

Neste “guest post” (“artigo convidado”), a Sandra gentilmente compartilha conosco um pouco do que ela viu no ótimo evento em que participou. Fiquem então com o texto dela.

Hoje venho estou aqui dar meu 'testemunho' de como foi o Google Show Day do qual eu participei justamente porque eu ganhei a inscrição aqui no Gerenciando Blog! Vou aproveitar e já escrever um Guest Post para o Gerenciando, já que o artigo publicado no Info-Macross como meu convidado foi um sucesso. Quem ainda não leu não deixe de ler mais um excelente artigo escrito pelo Adelson: O dilema da moderação de comentários. E como o curso sobre Google Analytics foi realmente muito bom, vou escrever sobre um dos inúmeros tópicos que eu aprendi lá!

 

Relatório de pesquisa interna do Google Analytics

Para quem não conhece, ou ainda não usa, o Google Analytics é uma ferramenta fornecida gratuitamente pela Google, que mostra os dados de quem visita seu blog ou site. Esses dados vão desde a quantidade de visitantes e pageviews por dia, as palavras chaves de entrada no seu blog, as páginas visitadas e você pode até saber que tipo de leitor está visitando seu blog, criar metas para saber se foram ou não atingidas, como o preenchimento de um formulário ou uma venda realizada, integrar ele com seu AdSense para saber em quais páginas seus anúncios são mais clicados, ou de onde vieram seus visitantes.

Enfim, são tantas as opções que precisarei de vários posts para falar de cada uma, inclusive o Adelson já escreveu vários artigos sobre o assunto. Hoje vou falar aqui no Gerenciando somente sobre pesquisas internas no seu blog.

 

O que são pesquisas internas?

Se você tem um campo de pesquisa no seu blog, aquele em que o leitor digita uma palavra e aparecem todos os resultados que contém essa palavra dentro de qualquer artigo do seu blog, você pode fazer com que o Google Analytics guarde cada palavra pesquisada dentro do seu blog. Com ele você pode saber em qual página seu leitor estava quando pesquisou, para qual página ele foi depois, se ele encontrou ou não o que procurava, a quantidade total de pesquisas e até a taxa de saída dos visitantes depois de concluírem as pesquisas! Tudo isso pode ser usado para estudar o que seus visitantes querem na verdade encontrar no seu blog.

Normalmente os templates para Wordpress já vem com um campo de pesquisa pronto.

 

Como configurar

Antes de mais nada, você deve fazer uma pesquisa usando o campo de pesquisa do seu blog e ver se existe algum parâmetro mostrado antes das palavras chaves da pesquisa na URL, como nesse exemplo:

http://info.macross.com.br/?q=rss

Neste caso o parâmetro é o 'q', que vem de ?q=rss, este parâmetro será utilizado na configuração da ferramenta. Depois de verificar se seu blog tem o parâmetro, faça o login na sua conta do Analytics, escolha qual blog quer colocar o recurso de pesquisa interna, na tela seguinte escolha o perfil e clique em editar, conforme a figura 1.

Na tela seguinte clique em editar no canto superior direito, conforme a figura 2:

Feito isso a tela de configuração do perfil será aberta e na parte de Pesquisa de site deve-se marcar a primeira opção: 'Acompanhar a pesquisa de sites', então será aberta a parte para a configuração da pesquisa, conforme a figura 3:
No campo 'Parâmetro de consulta (obrigatório)', coloque o parâmetro que sua pesquisa usa, no caso do exemplo acima, deve-se escrever 'q' neste campo. Clique em salvar configurações e agora já pode ir até os relatórios do seu perfil que o menu 'Pesquisa de Sites', dentro de 'Conteúdo' estará habilitado, e é nele que você poderá ver seus relatórios de pesquisas internas de seu blog.
 

 

Os relatórios

Com a opção de relatórios para pesquisas internas habilitadas, é possível ver vários relatórios sobre o que seus visitantes estão pesquisando no seu blog, como por exemplo:

  • qual a porcentagem de visitantes que utilizaram a pesquisa no seu site;
  • quais os termos de pesquisas mais procurados;
  • as páginas que seus visitantes estavam quando fizeram a pesquisa;
  • para quais páginas do seu blog eles foram depois de pesquisar;
  • qual a quantidade total de pesquisas feitas no período;
  • se a palavra chave pesquisada acabou gerando uma rejeição, ou bounce rate;
  • as palavras chave mais pesquisadas;
  • as palavras chave que não encontraram nenhum resultado;Enfim, são muitos os relatórios possíveis de visualizar.

 

Quais as vantagens de monitorar o que seus visitantes pesquisam dentro de seu blog

Falei até agora um monte sobre o que são relatórios para pesquisas e como configurar o Google Analytics, mas talvez você deva estar se perguntando “para que serve tudo isso?!”. Aqui estão algumas das coisas que você poderá saber utilizando este tipo de monitoramento:

  • Se seu visitante pesquisou por uma palavra na pesquisa do seu blog e não achou nada, pode ser que seja interessante você vir a fazer um post sobre esse assunto, já que seus leitores estão esperando encontrar algo sobre esse assunto e não encontraram;
  • Se existe por exemplo muita procura pela palavra 'contato' ou 'assine feeds', pode ser que você precise melhorar seu layout para facilitar que os visitantes encontrem este tipo de assunto, pois eles podem estar perdidos dentro do seu blog e por isso apelaram à pesquisa;
  • Você pode descobrir assuntos relevantes ao seu blog, os quais deverá escrever mais posts, sabendo o que os visitantes estão pesquisando internamente;
  • Você pode saber em quais páginas esses visitantes estavam quando fizeram a pesquisa, e para onde eles foram depois dos resultados;
  • Saber ainda se nenhum resultado foi útil ao leitor, sabendo se a pesquisa gerou ou não rejeição, aumentando sua taxa de rejeição;
  • Quantos pageviews o leitor fez depois de pesquisar, ou seja, se acabou entrando em mais de um resultado da pesquisa ou continuou navegando em seu blog porque achou alguma coisa interessante;
  • Quanto tempo seu visitante ficou no seu blog depois de ter feito a visita;

Esses são apenas alguns exemplos do que pode ser feito monitorando esse tipo de visitas. E muita coisa pode ser entendida e estudada, tudo para melhorar nosso blog e nosso relacionamento com nossos visitantes, fazendo com que a navegação seja mais fácil e os conteúdos mais voltados para o que ele está procurando!

 

Algumas considerações

Se você usa um campo de pesquisa personalizada do Google no seu blog, não irá conseguir medir esse tipo de comportamento no Google Analytics, isso porque quando uma pesquisa é feita, ela vai direto para o site do Google pesquisar, e, mesmo existindo o parâmetro de pesquisa não é possível guardar os dados no Google Analytics que não seja os do seu site, e nesse caso ele sai do seu site e vai para o Google.

Outro detalhe a se dizer é que a partir do momento que você configura o Analytics para medir as pesquisas internas, ele imediatamente começa a guardar os resultados, então em mais ou menos 3 horas já aparecem as pesquisas nos relatórios.

 

Mais uma vez quero agradecer ao Adelson, por toda sua prestatividade, por ter me dado o imenso prazer em publicar um post dele em meu blog, por ter oferecido o sorteio do curso que felizmente eu ganhei e também por me dar a oportunidade de escrever aqui no Gerenciando Blog. Muito Obrigada! Um abraço e até breve!

05 Novembro 2009

Google Dashboard: seu Painel de Controle

Google Dashboard Em seu blog oficial, o Google anunciou hoje o lançamento de um serviço aparentemente simples, mas extremamente útil: o Google Dashboard. Você tem noção de quantos serviços diferentes do Google você já usa? Busca, Alerts, Blogger, Gmail, Reader, Docs, Orkut e tantos outros? Com o Google Dashboard, você tem acesso rápido e centralizado a todos esses serviços, podendo visualizar informações resumidas sobre cada um deles.

A intenção do Google ao lançar o Dashboard é mostrar transparência: afinal, em cada um desses serviços há informações suas gravadas nos bancos de dados da empresa. Um medo já disseminado é saber quais são essas informações e o que o Google pode fazer com elas. Com o Dashboard, o Google mostra a você quais são essas informações. Mostra também quais delas estão compartilhadas com outras pessoas.

Abaixo está o vídeo de lançamento oficial, em inglês:

Mas, eu vejo o Google Dashboard sob outra ótica: são tantos os serviços do Google que pouquíssimas pessoas sabem todos os serviços em que está inscrito. Aqui mesmo no Gerenciando Blog, já citei o uso de diversos serviços do Google para auxiliar no gerenciando de seu blog, como o Google Alerts ou o Reader.

É verdade que, antes mesmo do Dashboard, já era possível visualizar os serviços no Google Accounts. A novidade é que o Dashboard já mostra, de forma resumida, as informações sobre cada um dos serviços em que você está inscrito. A partir do Dashboard, você poderá acessar essas informações e mesmo alterar as configurações dos serviços.

Alguns exemplos do que você é capaz de fazer no Google Dashboard:

  • Google Alerts: Você vê a quantidade de alertas configurados e pode alterar suas configurações.
  • Blogger: Você pode alterar informações de seu perfil e definir quais blogs estarão visíveis nele. É útil, por exemplo, para não exibir seus blogs de teste em seu perfil.
  • Gmail: É possível acessar diretamente sua Caixa de Entrada, Chats ou Lixeira. Você pode também alterar as configurações de segurança de sua conta.
  • Google Reader: Você vê o número de feeds em que está inscrito e consegue alterar suas informações de compartilhamento.
  • Picasa: Você verá quantas imagens tem armazenadas por serviços como o Blogger e o Windows Live Writer.

Além desses, há muito mais. Neste primeiro momento, serviços como o Google Analytics e o FeedBurner ainda não foram incluídos no Dashboard, mas é bem provável que isso ocorra no futuro.

De qualquer forma, vale a pena acessar a ferramenta. Basta acessar http://www.google.com/dashboard e entrar com suas informações. Tenho certeza de que você ficará surpreso com a quantidade de serviços que você já utiliza do Google e também com a quantidade de informações suas que estão disponíveis para a empresa ou mesmo para o público.

 

Acesse a ferramenta e compartilhe aqui sua opinião!

03 Novembro 2009

PageRank sofre atualização em 30/10/09

Google PageRank Após meu retorno das breves férias, percebi que o Google finalmente fez a atualização do PageRank dos sites no dia 30/10/09. Agora, o Gerenciando Blog está com PageRank 4! Nada mal para quem estava com o PR zerado desde a mudança para domínio próprio, ocorria em 17/06/09. O Google não atualizava o PR desde junho e esta nova atualização chega cercada de discussões e rumores a respeito da perda de importância do índice.

 

Introdução

Como já citei em artigos anteriores, o PageRank é um número que vai de 0 a 10 e define, sob o ponto de vista do Google, o grau de importância que cada página tem. Quanto maior o PR, maior o grau de importância. Um fator importante – e muitas vezes ignorado – é que cada página tem seu próprio PR. Num blog, por exemplo, há o PR da página principal e também de cada um dos artigos escritos nele.

Quando uma nova página é escrita – ou um novo site ou blog é colocado no ar – seu PageRank é 0 (zero). À medida em que essa página ganha relevância, seu PR cresce, até o limite de 10. Pouquíssimos sites chegam a esse nível máximo (como o próprio Google e o governo dos EUA).

De uma forma simplificada, você ganha PageRank à medida em que conquista backlinks para suas páginas. No artigo Google e a Ditadura dos Top 10 – Parte 3 eu mostrei algumas dicas para obtê-los e no Monitorando seus Backlinks, como acompanhá-los.

 

Onde consultar

Se você quer saber o PageRank de seu blog após a última atualização, basta seguir um dos métodos abaixo:

 

Conclusão

A grande discussão hoje é sobre a diminuição da importância que o próprio Google tem dado ao PageRank. No início, esse número era um fator altamente determinante para a ordenação dos resultados numa busca feita no Google. Atualmente, o conteúdo tem muito mais peso. Outras ações que apontam isso são a retirada das informações de PageRank da área para Webmasters (divulgada pelo Mestre SEO) e rumores acerca da remoção da informação inclusive da Google Toolbar.

Desde o primeiro artigo que escrevi no Gerenciando Blog sobre o PageRank, eu já dizia que a importância do PR é relativa. Assim, de nada adianta você ter um PageRank alto se os seus artigos não têm qualidade suficiente para atrair e manter seus visitantes interessados.

Por outro lado, enquanto o PR existir e for atualizado pelo Google, continuará sendo utilizado como fator de comparação e como uma das formas de medir o resultado das ações que você toma para otimizar seu blog. Assim, recomendo que você acompanhe o número, sem descuidar dos outros fatores de qualidade de seu blog.

 

E o seu blog, apresentou variação no PageRank? E qual sua opinião sobre a importância do número? Deixe seu comentário!

MyFreeCopyright.com Registered & Protected
É PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DOS ARTIGOS DO GERENCIANDO BLOG SEM AUTORIZAÇÃO EXPRESSA DO AUTOR.
 

Top Parceiros

Divulgadores

Recomendados

No Profissionais TI