Uncategorized Thaís Correa

Copywriting: 4 dicas utilizar na produção de conteúdo

Nos últimos anos, o mercado tornou-se tão competitivo que fica difícil uma marca se destacar na multidão, caso não saiba usar as devidas estratégias. Por exemplo, as de copywriting, que lidam com vendas por meio de textos.

Não que o copywriting ou texto persuasivo, como também é chamado, seja exatamente novo. Ou que tenha surgido nos últimos anos, pois na verdade ele já existe há muitas décadas, desde bem antes do surgimento da internet e do marketing digital.

O que ocorre é que, nos últimos anos, ele passou por uma verdadeira transformação radical dentro das plataformas da esfera digital. Dessa forma, uma empresa que já fazia higienização de automóveis pode lançar mão de vários recursos inovadores.

Inclusive, essa é uma das grandes vantagens ou benefícios que o copywriting traz consigo mesmo, que é o fato de ser uma estratégia ampla e abrangente. Assim, ela é capaz de se adaptar a uma gama enorme de meios e de cenários.

Isso se deve ao fato de que sua raiz está em alguns traços universais da psicologia humana, que podem ser verificados na maioria das pessoas. Alguns dos quais também circulam por todos os tipos de pessoas e grupos, sem distinção.

Por exemplo, ao falar sobre uma solução de coifa para cozinha industrial, é claro que a negociação vai precisar ser mais formal e técnica do que se a venda fosse para uma pessoa física. É o que se chama de venda B2B, isto é, de empresa para empresa.

Por outro lado, um gatilho como o da autoridade é algo que poderia surtir efeito em qualquer um dos casos, pois todo ser humano tende a dar muito mais atenção e credibilidade para quem comprova entender de determinado assunto.

Por isso decidimos aprofundar neste assunto incrível, escrevendo este texto como modo de trazer as 4 principais dicas para qualquer um começar a utilizá-las na produção de conteúdo, o que implica fazer uma prévia com alguns detalhes do assunto.

Isto é, explicar melhor o que é o copywriting, qual sua origem e sua importância dentro de um contexto maior como o do departamento de marketing e de vendas de uma companhia.

Sem falar no impacto que ele pode causar no médio e longo prazo, como ao aumentar o fortalecimento e presença de uma marca, ou de ampliar suas vendas e resultados gerais de um modo único, com excelente custo-benefício.

Também por isso, um ponto bem bacana é que hoje as técnicas de escrita persuasiva se desenvolveram tanto que elas realmente já podem dar suporte para qualquer segmento ou nicho de mercado.

Ou seja, os conceitos e conselhos que seguem abaixo podem socorrer qualquer modelo de negócio, quer seja uma empresa da área de serviços como limpeza de fachada de vidro, quer seja uma loja de venda de produtos mais populares.

Dito isto, se o seu interesse mais genuíno é o de entender a fundo como alguns recursos simples podem fazer toda diferença quando incluídos em seus anúncios, e-mails e até nas demais postagens, então basta seguir até o fim da leitura.

O que é e importância do copywriting

Para entendermos a importância e até mesmo as dicas mais práticas sobre a aplicação do copywriting, primeiro é preciso falar de suas definições mais básicas, que são o subsídio que ajuda o escritor ou marqueteiro a dominar o assunto.

Em termos de origem, a escrita persuasiva surgiu logo no começo do século XX, ao mesmo tempo nos EUA e em países de primeiro mundo da Europa. No fundo, tratava-se de algo intuitivo e espontâneo, decorrente do avanço da Revolução Industrial.

Ou seja, as fábricas e as firmas em geral tinham um excedente cada vez maior de produção e produtos para vender. Isso muda toda a dinâmica do marketing e das estratégias comerciais, logo tornando o copywriting necessário.

O que já nos mostra o que é essa técnica no seu sentido mais profundo: trata-se de um esforço de vender algo para determinado público-alvo. Claro que ninguém vai comprar o que não precisa, mas bem que você pode ampliar esse desejo.

Se a empresa lida com uniforme feminino social, ela pode explorar o diferencial que sua proposta traz nesse segmento. Talvez seja o caso de que até ali as fábricas faziam uniformes unissex, mas agora é possível que a mulher se sinta diferenciada.

Assim, esse toque a mais vai ganhando corpo na identidade verbal da marca, até que comece a se traduzir em campanhas e ações específicas. É exatamente aí que o copywriting amadurece, no sentido mais imediato e prático da publicidade.

Portanto, não se trata apenas de decorar algumas teorias e de colecionar gatilhos mentais, mas sim, de assimilar alguns princípios, sempre com vistas a colocá-los em prática o mais rápido possível, almejando o resultado que fortaleça a marca e aumente as vendas.

1. Por dentro do seu público

Talvez não seja possível medir a importância de conhecer o próprio público-alvo, de tão grande que ela é. Tanto que hoje as estratégias nos ensinam a chamá-lo de persona, que é algo bem mais profundo e abrangente.

Se antes o esforço de descobrir o público consistia em puxar dados básicos como endereço, faixa etária e poder aquisitivo, hoje é possível montar alguns perfis semifictícios, baseados nas expectativas e nas convicções dessas mesmas pessoas.

 

Assim, mesmo que a marca trabalhe com uma solução industrial como unidades de água gelada, voltada para sistemas de refrigeração, ela precisa entender que por trás dos seus clientes existem seres humanos, com opiniões e perfis muito parecidos.

Deste modo, as questões que podem ajudar a entender melhor os perfis da persona, tornando a copywriting muito mais assertiva na hora de escrever os textos, são as seguintes:

  • Onde encontrar meu cliente ideal?
  • Quais plataformas digitais ele acessa?
  • Que rede social ele mais utiliza?
  • Ele curte que tipo de séries, filmes e músicas?
  • Como ele consome notícias e novidades?
  • O que ele ama e o odeia em uma marca?

A criação desses perfis deve ser feita como um documento. Assim, é possível utilizá-la como norte em cada reunião que for feita com o marketing e até mesmo com o time de vendas.

Ou seja, todos colaboradores focados em aumentar os resultados precisam entender isso, então nem é preciso dizer o quanto é importante que o copywriter tenha tal recurso em mãos.

2. Tenha o que oferecer

Todo mundo já ouviu a expressão “ir com muita sede ao pote”, que significa afobar-se na busca de um propósito e acabar afastando seu objetivo. O copywriting está aí para provar que a pior coisa que uma marca pode fazer é cair nisso.

Sendo que neste caso seu objetivo é o próprio cliente, que pode acabar se afastando se sentir que o seu único e exclusivo interesse é fazer ele abrir a carteira ou passar o cartão de crédito.

Para superar esse risco, basta que você tenha o que oferecer, como algo que agrega valor e realmente soluciona a dor do cliente naquele ponto em específico.

Um exemplo clássico é o dos formulários de preenchimento. Se uma empresa de guia de concreto deseja captar leads assim, ela pode oferecer algo em troca, como um e-book que explica melhor o funcionamento dessa solução, voltada para construções.

O nome disso em termos de gatilho mental é reciprocidade, que é algo que ativa na contraparte uma vontade deliberada de participar de algo.

3. Dê vida aos seus textos

Outro ponto bacana que o copywriting conseguiu provar é que não existe produto, serviço ou solução desinteressante, mas sim, maneiras desinteressantes de explorá-los.

Um modo de superar isso é usar storytelling, que é uma técnica de contar histórias fictícias como modo de provar ou vender algo.

Assim, se o assunto é limitador de vaga, aquele item que ajuda a pessoa a estacionar o carro, você pode criar uma história de alguém que se livrou de sérios problemas graças a esse dispositivo.

Outro uso recorrente é contar a história e os bastidores da sua empresa, como modo de criar conexão com o público. Aí é que entra a famosa jornada do herói, seja para mostrar que você a percorreu, ou para convidar o cliente a fazer isso.

4. Por que ser assertivo?

Por fim, muitas pessoas que fazem copywriting se esquecem de que hoje a predominância é do universo digital, portanto, é fundamental ser sucinto, sem ser superficial.

Mesmo ao usar estratégias como a de storytelling, é preciso ir direto ao ponto, sem fugir muito da estrutura de começo, meio e fim.

Por isso, cada texto escrito precisa ser revisado até estar perfeito. Se o foco é vender limpeza de sofá de couro, use parágrafos curtos de até duas ou três linhas, tópicos enumerados, listas que ordenem pontos importantes, e daí em diante.

Boa parte da sua assertividade tem a ver com não perder tempo com aquilo que não importa, ao mesmo tempo em que se busca a excelência no que realmente faz a diferença.

Considerações finais

Hoje, um dos maiores recursos de vendas do mundo é o texto persuasivo, que pode impactar seu público-alvo de modo bem assertivo. 

Com as 4 dicas que demos acima, fica ainda mais fácil mergulhar de cabeça nesse assunto.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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